segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Aperto no coração

Quando o coração aperta
E a porta outrora aberta
Se fecha sem avisar

Onde havia um total
Agora separado de forma intencional
Demorar-se-á muito a juntar

Onde reina a distância colossal
E o tempo passa mal
Fica um todo afastado

Onde se luta
E a esperança se estrangula
Por um futuro alargado

Enquanto faltar
E a incapacidade abundar
Não haverá nenhum lugar
Para relaxar, para amar...

Celestinha :)

Há na minha turma
A Celeste que é uma maluca
Tem cabelos aos caracóis
Escurecidos por mil sóis

Ela tem muitas vaquinhas
Com brincos nas orelhinhas
Uma quinta na sua vila
Ela é muito reguila

Ela apanha a carreira para a aldeia
E está sempre na brincadeira
Fala francês
Mas não pesca nada de inglês

Ela adormece na missa
E não é nada submissa
Celeste é divinal
E eu gosto muito dela no bem e no mal