Voar livremente
Sem nunca deixar o chão
Soltar a mente
Libertar o coração
Movendo com agilidade
Sem nunca vacilar
Seguindo com graciosidade
Para todo o mundo admirar
Leve como uma pena
Suave como uma flor
Não há nada que anteceda
Ao clímax da dança em pleno esplendor
Pé ante pé
Dançando com fervor
Não há nada melhor
Que ver um dançarino dançar com amor
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Adeus
Adeus
Vou partir
Para onde nao sei
Ainda está por descobrir
Posso ir para outro lado
Pais ou cidade
Ou até morrer
Mas de ambas deixo saudade
Sou amigas de muitos
Mas não sou perfeita
Também magou o muita gente
Mesmo sem que queira
Aos que gostam de mim
Peço desculpa
Se os magoei
Mas não tenho culpa
De vos amar
Espero que vivam
Uma vida feliz
Pois a minha também o foi
Pelo o que o meu amigo diz
Este amigo de que vos falo
Chama se Morte
Muitos tem lhe medo
Mas nada temam
Ele é bom
E não o bicho papão
Ajuda nos na maior aventura
Que qualque um pode ter
Mostra nos o vazio
Do qual nada devemos temer
Mas quando eu for para lá
Vou esperar
Até voces irem para lá
E nos voltarmos a juntar
Quando morrer
Não vos quero a chorar
Pois não vos quero a perder tempo
Com quem nao vai voltar
Continuem a vida
Andem para a frente
Só não me esqueçam
Pois quero que alguém se lembre
Dos erros e conselhos
Que dei e recebi
Pois amei e odiei
Mas nunca lamentei
O que vivi
Vou partir
Para onde nao sei
Ainda está por descobrir
Posso ir para outro lado
Pais ou cidade
Ou até morrer
Mas de ambas deixo saudade
Sou amigas de muitos
Mas não sou perfeita
Também magou o muita gente
Mesmo sem que queira
Aos que gostam de mim
Peço desculpa
Se os magoei
Mas não tenho culpa
De vos amar
Espero que vivam
Uma vida feliz
Pois a minha também o foi
Pelo o que o meu amigo diz
Este amigo de que vos falo
Chama se Morte
Muitos tem lhe medo
Mas nada temam
Ele é bom
E não o bicho papão
Ajuda nos na maior aventura
Que qualque um pode ter
Mostra nos o vazio
Do qual nada devemos temer
Mas quando eu for para lá
Vou esperar
Até voces irem para lá
E nos voltarmos a juntar
Quando morrer
Não vos quero a chorar
Pois não vos quero a perder tempo
Com quem nao vai voltar
Continuem a vida
Andem para a frente
Só não me esqueçam
Pois quero que alguém se lembre
Dos erros e conselhos
Que dei e recebi
Pois amei e odiei
Mas nunca lamentei
O que vivi
Menina Marota
Aqui e ali
Onde foi que eu te vi?
Além e acolá
Onde é que ela está?
Menina marota
Minha grande tola
Não puxes a língua
Se queres ser minha amiga
Tantas diabruras
Só travessuras
Gostas de brincadeiras
Só fazes asneiras
Sê boazinha
Senão a avozinha
Ralha contigo
E também comigo
Aqui e ali
Onde foi que eu te vi?
Além e acolá
Onde é que ela está?
Onde foi que eu te vi?
Além e acolá
Onde é que ela está?
Menina marota
Minha grande tola
Não puxes a língua
Se queres ser minha amiga
Tantas diabruras
Só travessuras
Gostas de brincadeiras
Só fazes asneiras
Sê boazinha
Senão a avozinha
Ralha contigo
E também comigo
Aqui e ali
Onde foi que eu te vi?
Além e acolá
Onde é que ela está?
domingo, 12 de dezembro de 2010
Melancolia
As vezes sinto me triste
Apetece me desaparecer
Mas quando vejo o mundo a minha volta
Percebo que não o quero perder
Mas nestes momentos
Estou melancólica e deprimida
Como se a felicidade
Do meu coração tivesse sido banida
Quero desaparecer
Ou ate mesmo morrer
Mas e uma grande estupidez
Porque devemos viver
Um dia de cada vez
Um dos meus sonhos
E conhecer o mundo
Mas ao fazer isso
Será que vou perder tudo?
Talvez não
Isto se fizer a coisa acertada
Ouvindo o meu coração
E nunca ser precipitada
Por muito que me custe
Eu quero viajar
Conhecer outros países e pessoas
Ter o céu como limite
E como estrada o mar
Se me for dada a oportunidade
De poder viajar e me mudar
Não a vou recusar
Por muito que me vá custar
Este pais maravilhoso deixar
Isto acontece sempre
Que estou deprimida
Mas não me vou deixar desanimar
Porque a vida é me muito querida
Apetece me desaparecer
Mas quando vejo o mundo a minha volta
Percebo que não o quero perder
Mas nestes momentos
Estou melancólica e deprimida
Como se a felicidade
Do meu coração tivesse sido banida
Quero desaparecer
Ou ate mesmo morrer
Mas e uma grande estupidez
Porque devemos viver
Um dia de cada vez
Um dos meus sonhos
E conhecer o mundo
Mas ao fazer isso
Será que vou perder tudo?
Talvez não
Isto se fizer a coisa acertada
Ouvindo o meu coração
E nunca ser precipitada
Por muito que me custe
Eu quero viajar
Conhecer outros países e pessoas
Ter o céu como limite
E como estrada o mar
Se me for dada a oportunidade
De poder viajar e me mudar
Não a vou recusar
Por muito que me vá custar
Este pais maravilhoso deixar
Isto acontece sempre
Que estou deprimida
Mas não me vou deixar desanimar
Porque a vida é me muito querida
Fantasma do meu Amor
Fantasma do meu amor
Não te posso dar o que queres
Por muito que queira
Peço te que esperes
Queres que vá ter contigo
Mas agora não consigo
Pois há tanto para fazer
Tanto para viver
Não te vou esquecer
Do meu coração não vais desaparecer
Vou te guardar lá para sempre
Pois amo te verdadeiramente
Fazes me sofrer
Mesmo que sem querer
Pois pedes me o que não te posso dar
Apesar de muito te amar
Peço te que pares
De pedires o que queres
Pois não to vou dar tão cedo
Pois tenho medo
De ti ficar separada
E de ir para um sitio abandonada
Espera por mim
Tem calma
Pois estas sempre no meu coração
E também na minha alma
Não te posso dar o que queres
Por muito que queira
Peço te que esperes
Queres que vá ter contigo
Mas agora não consigo
Pois há tanto para fazer
Tanto para viver
Não te vou esquecer
Do meu coração não vais desaparecer
Vou te guardar lá para sempre
Pois amo te verdadeiramente
Fazes me sofrer
Mesmo que sem querer
Pois pedes me o que não te posso dar
Apesar de muito te amar
Peço te que pares
De pedires o que queres
Pois não to vou dar tão cedo
Pois tenho medo
De ti ficar separada
E de ir para um sitio abandonada
Espera por mim
Tem calma
Pois estas sempre no meu coração
E também na minha alma
Duas caras
Duas faces distintas
Cobriram o teu ser
As chamas extintas
Voltaram a aparecer
Uma cara num mundo
Outra diferente no outro
E leva ao fundo
A amizade que era de ouro
O escuro frio assomou
A alma revoltada
E o mal a tomou
Através de outra malvada
Mesmo que sem saber
Os que te amam magoas-te
Fazendo-os ver
Que a tua parte boa rejeitas-te
Como vão eles encarar
A faces que dás no outro mundo?
Como te vão eles parar
De levar outras almas para o fundo?
Amigos vão-se separar
Mais revoltada vais ficar
E para te parar
Que meios se poderão usar?
Escolhas foram feitas
E outras o serão
Enquanto ao lixo a amizade deitas
Deixando o mal entrar em teu coração.
Cobriram o teu ser
As chamas extintas
Voltaram a aparecer
Uma cara num mundo
Outra diferente no outro
E leva ao fundo
A amizade que era de ouro
O escuro frio assomou
A alma revoltada
E o mal a tomou
Através de outra malvada
Mesmo que sem saber
Os que te amam magoas-te
Fazendo-os ver
Que a tua parte boa rejeitas-te
Como vão eles encarar
A faces que dás no outro mundo?
Como te vão eles parar
De levar outras almas para o fundo?
Amigos vão-se separar
Mais revoltada vais ficar
E para te parar
Que meios se poderão usar?
Escolhas foram feitas
E outras o serão
Enquanto ao lixo a amizade deitas
Deixando o mal entrar em teu coração.
Espinho
Cravou se um espinho
Para nunca mais desaparecer
Para te seguir ao longo do teu caminho
Sem nunca te deixar esquecer
Esquecer o inesquecível
Travar o impossível
Apagar o imperdoável
Destruir o indestrutível
Gira sem parar
Nasce sem acabar
Toca sem findar
Acaba sem terminar
Puro ódio corrosivo
Amor sádico
Vingança do mais erosivo
Horror cáustico
Não te deixa esquecer
Não te deixa apagar
Impede-te de viver
Não para de te magoar
Como te vai perdoar?
Como se vai destruir?
Como te vai abandonar?
Como se vai demolir?
Espinho ardente
Sádico, doentio, infernal
Marca errante
Medonha, inolvidável, imperdoável
Poder-se-á parar
Estes males ignóbeis?
Poder-se-á desculpar
Estes actos abomináveis?
Para nunca mais desaparecer
Para te seguir ao longo do teu caminho
Sem nunca te deixar esquecer
Esquecer o inesquecível
Travar o impossível
Apagar o imperdoável
Destruir o indestrutível
Gira sem parar
Nasce sem acabar
Toca sem findar
Acaba sem terminar
Puro ódio corrosivo
Amor sádico
Vingança do mais erosivo
Horror cáustico
Não te deixa esquecer
Não te deixa apagar
Impede-te de viver
Não para de te magoar
Como te vai perdoar?
Como se vai destruir?
Como te vai abandonar?
Como se vai demolir?
Espinho ardente
Sádico, doentio, infernal
Marca errante
Medonha, inolvidável, imperdoável
Poder-se-á parar
Estes males ignóbeis?
Poder-se-á desculpar
Estes actos abomináveis?
Amor Verdadeiro
Amor verdadeiro não é esquecido
Não é reservado
Não é perdido
Não é acabado
Amor verdadeiro vem de dentro
Puro suave refinado
Com a leveza do vento
E o toque do céu estrelado
Ah o amor verdadeiro
Regado pela água das lágrimas derramadas
As flores dão lhe o seu cheiro
E as cartas suas palavras recatadas
Amor verdadeiro não desaparece
Não se destrói
Não padece
Não se corrói
Amor verdadeiro é aquele que faz pensar
Em noites passadas nos seus braços
Que faz de longe imaginar
As suas carícias e abraços
Amor verdadeiro é a coisa mais bela do mundo
Pois faz cantar e encantar
Nunca vai ao fundo
E dele para sempre te vais lembrar
Não é reservado
Não é perdido
Não é acabado
Amor verdadeiro vem de dentro
Puro suave refinado
Com a leveza do vento
E o toque do céu estrelado
Ah o amor verdadeiro
Regado pela água das lágrimas derramadas
As flores dão lhe o seu cheiro
E as cartas suas palavras recatadas
Amor verdadeiro não desaparece
Não se destrói
Não padece
Não se corrói
Amor verdadeiro é aquele que faz pensar
Em noites passadas nos seus braços
Que faz de longe imaginar
As suas carícias e abraços
Amor verdadeiro é a coisa mais bela do mundo
Pois faz cantar e encantar
Nunca vai ao fundo
E dele para sempre te vais lembrar
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