As tuas descrições são sempre iguais
Mas afinal quem és tu?
Que atinges tanto mortais como imortais
Um pouco por todo o mundo?
Tu odeias, amas
Crias, matas
Fazes coisas sem igual
Mas também as destróis
Deixando só o mal
Que perdura por mais de mil sois
Conheço-te sem te ver
Perco-te sem te perder
Vivo-te sem te viver
Mas será que por ti posso morrer?
Perco-me nos teus olhos
Enches-me com o teu ser
Despertas meus sentimentos fogosos
Morro por te ver
Mas quando te irei ver?
Quando me irás amar?
Quando me pertencerá o teu ser?
Quando te poderei alcançar?
Tu, só tu puro amor
És uma doença sem cura
Que trás tanto felicidade como dor
Mas que sempre perdura
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