segunda-feira, 2 de maio de 2011

Não me digas adeus...

Adeus...
Nunca me escrevas uma carta de despedida, nunca me digas adeus. Por muito mal que possas estar, por muito loucas e hediondas que os tempos possam parecer eu vou sempre até a ti, irei sempre buscar-te onde quer que estejas. Aqui, no Porto Espanha ou até mesmo do outro lado do mar ou do mundo eu vou chegar a ti.
Levada pelo vento, em pensamento, memórias e até mesmo montada num cavalo (de pau) feita cavaleira andante e arriscando-me a morrer mil e uma vezes e das mais variadas maneiras, eu vou chegar a ti.
Faça chuva faça sol, a nevar ou com um calor de matar, não importa, venham assassinos, ladrões, violadores, psicóticos, que venham todos os cabrões e putas do mundo, não importa eu vou andar à porrada com todos, eu vou depená-los, estrangula-los, esticar-lhes o pescoço, fazer-lhes mil e uma merdas para chegar a ti.
Por isso não me digas adeus, recuso-me a receber palavras de despedida porque tudo parece horrível e sem solução.
Não importa o que aconteça ou quem quer que venha, eu vou chegar a ti.
Não me digas adeus.

2 comentários:

  1. Desculpa por te ter preocupado e por ter sido fraca o bastante para chegar ao ponto de te escrever algo assim, bgd pelo apoio bgd por tudo adrt mt sis bjs
    ass:"D"

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  2. Creio que tudo o que tenho a dizer já disse no poema e no texto.
    Por favor só não repitas aquilo outra vez, custou bué mesmo...
    Também te adoro muito burra!
    Bj.

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