Cantar um milhão de músicas
Um milhão de gestos
Com um milhão de atos
Amar-te num milhão de brincadeiras
Junto com um milhão de baboseiras
Dar-te um milhão de prendas
E um milhão de noites estupendas
Escrever-te um milhão de cartas
Com um milhão de “amo-te” nelas
gravadas
Mas porquê um milhão?
Só um milhão?!
Não, nem pensar
Não é desta forma que te vou amar
Eu quero cosmicamente elevado a
infinitos
Com muitos carinhos, mimos e risos
Ou então infinitos elevado a cosmicamente
Contigo sempre presente
Minha alma e coração
Minha mão na tua mão
Não quero futuros e muito menos
passados
Quero presentes puros
Com as tuas asneiras
Somadas às minhas brincadeiras
Esse total a multiplicar
Por tudo o que amamos e vamos amar
Por nós os dois a dividir
E viver o que estiver para vir
Eu amo-te infinitos elevado a
cosmicamente
Ou cosmicamente elevado a
cosmicamente
Também te posso amar cosmicamente
elevado a infinitos
Ou infinitos elevado a infinitos
elevado a infinitos...
Mas que importa?
Eu amo-te e isso chega
Pois com o teu simples amar
Nada mais posso desejar
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